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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Ninguém e insubstituível



Siga estas instruções bem simples.
Pegue uma balde  e encha-o de água até a boca.
Coloque a mão dentro, até o fundo.
Tire a mão e o buraco que ali permanecer terá o tamanho da falta que você fará neste mundo.
Talvez, você transmita alegria quando chega.
Talvez agite a água em profusão.
Mas, pare, e em pouco tempo verá que tudo ficou como então.
A intenção deste estranho exemplo é você fazer sempre o melhor possível, e sentir orgulho de si mesmo. Mas lembre-se:
Não existe nenhum homem insubstituível.


Patricia Rocha
Um dia, quando você se achar muito importante!
Um dia, quando seu ego estiver no apogeu!
Um dia, quando você tiver plena certeza de que
 ”não há ninguém melhor que você”.
Um dia, quando você achar que sua partida deixará um vazio impreenchível

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Meu Coração e Minha Língua...


Meu coração e minha língua fizeram um trato: quando meu coração estiver enfurecido, minha língua guardará silêncio.
As palavras respondem aos sentimentos, e os sentimentos às idéias. Por isso é impossível dominar nossas palavras se não somos senhores de nossos sentimentos; e estes sentimentos irão se acalmando segundo a força de nossas idéias.
A um coração que não se domina, responderão palavras violentas e ferinas; a um coração fechado em si, sucederão palavras e atitudes que depreciam os demais.
Por conseguinte, me calarei quando meu coração não estiver sossegado e em calma; não falarei, pois seguramente me arrependerei do que disser ou, pelo menos, do modo como o disser, ou do momento em que o disser.
Se em geral o coração não costuma ser bom conselheiro, menos o será quando não estiver em paz e não se sentir senhor de si mesmo.
As palavras tem o poder de machucar mais que uma bofetada, ela deixa marcas no coração, depois de ditas não tem como remove-las. 
Pense nisso...
Patricia Rocha

quarta-feira, 6 de abril de 2011

O idiota da aldeia...


Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: Uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos
Eu sei, respondeu o tolo. “Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.

Se pode tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente. Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam… é problema deles.

Patricia Rocha

O Mestre mordido...

     
O mestre e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O mestre correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora do rio o escorpião o picou. Devido à dor, o mestre deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem, pegou um ramo de árvore, voltou outra vez a correr pela margem, entrou no rio, resgatou o escorpião e o salvou. Em seguida, juntou-se aos seus discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.
     — Mestre, o Senhor deve estar muito doente! Por que foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda: picou a mão que o salvava! Não merecia sua compaixão!
     O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu: — Ele agiu conforme sua natureza e eu de acordo com a minha.


Patricia Rocha...

terça-feira, 8 de março de 2011

As sete maravilhas do mundo...

     
Um grupo de estudantes estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, lhes foi pedido que fizessem uma lista do que consideravam as sete maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, prevaleceram os votos:


1) O Taj Mahal  
2) A Muralha da China  
3) O Canal do Panamá      
4) As Pirâmides do Egito
5) O Grand Canyon          
6) O Empire State Building        
7) A Basílica de São Pedro
   
                   
      
Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina ainda não tinha virado sua folha. O professor, então, perguntou a ela se tinha problemas com sua lista.

      Meio encabulada, a menina respondeu: — Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitas as maravilhas.
   
      O professor disse: — Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.

     A menina hesitou um pouco, então leu: — Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:

1 — VER   
2 — OUVIR   
3 — TOCAR     
4 — PROVAR      
5 — SENTIR
6 — PENSAR    
7 — COMPREENDER